
O México não esperou o jogo esquentar pra mostrar a que veio. Logo aos 9 minutos, depois de pressão constante pelo lado direito, a bola sobrou na entrada da área e o meio campo mexicano não perdoou. Chute seco, rasteiro, no canto que o goleiro Julian Quinones só olhou. 1x0 e o estádio explodiu.
Até ali o jogo era de xadrez, com a África do Sul fechada atrás esperando o erro. O gol mudou tudo. O México respirava aliviado e os Bafana Bafana sentiram o peso de correr atrás do placar cedo demais.
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Depois do gol o México queria mais, mas esqueceu que jogo de Mundial não se ganha só com talento. A África do Sul acordou do susto e começou a responder. Fechou os espaços no meio, subiu a marcação e toda bola que o México tentava trocar no pé, vinha um carrinho pra cortar. Aos 28 minutos quase empataram. Contra-ataque rápido, três toques, e o atacante bateu de primeira. A bola passou raspando a trave e fez o goleiro mexicano rezar.
O primeiro tempo terminou com o México controlando mais a bola, mas sem a mesma fome do início. Faltou aquele último passe pra matar o jogo. O Lozano tentava dribles, a torcida pedia, mas a defesa sul-africana tava plantada como árvore velha. Do outro lado, a África do Sul mostrou coragem. Sem posse de bola, mas com alma. Cada bola recuperada virava chance. O time africano provou que não veio pra ser saco de pancada. Se continuar assim na volta, o México vai suar pra segurar a vitória.
A África do Sul vai ter que sair mais do casco. Empate fora não é vergonha, mas se ficar só defendendo, o segundo gol mexicano aparece. Jogo tá vivo, 1x0 magro, e qualquer lance resolve. Quem quiser vencer vai ter que sujar a camisa.

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