
O verão de 2026 já começou agitado na Luz. Com o Benfica fora da próxima edição da UEFA Champions League, a direção das águias terá de fazer contas diferentes para a época 2026/27. Em conferência de imprensa no dia 11 de junho, Rui Costa foi claro: a ausência da prova milionária “vai obrigar a alguns esforços”. Ainda assim, o presidente garantiu que “não colocou todos os jogadores à venda” e que “não são todos negociáveis”.
A mensagem passada aos benfiquistas foi de tranquilidade. Rui Costa afirmou que o mercado está “muito parado” por se tratar de ano de Mundial e que não existe “qualquer urgência em vender neste momento”. A ideia da direção é manter as “pedras mais importantes do plantel”, mas o próprio presidente admitiu que o mercado pode falar mais alto.
Paralelamente, as negociações com Marco Silva ganharam força nas últimas semanas. Segundo informação da imprensa portuguesa divulgada no início de junho, o treinador está perto de acordo com o Benfica. Marco Silva teria exigido contrato de 2 anos e salário na ordem dos 7,5 milhões de euros por época. Mais do que valores, o técnico quer garantias sobre o plantel que vai encontrar na Luz, principalmente depois de cinco épocas no Fulham.
Este cenário abre espaço para especulação sobre o futuro de vários nomes. A imprensa tem apontado Trubin, Andreas Schjelderup e António Silva como jogadores com interesse externo. Schjelderup, por exemplo, não respondeu a proposta de renovação e tem sido associado à Premier League. António Silva termina contrato em 2027, o que também levanta dúvidas sobre a continuidade.
Por enquanto, tudo não passa de análise de mercado e rumores típicos da janela de transferências. Rui Costa reforçou que não haverá vendas apressadas que prejudiquem o plantel na Europa League.
Resta agora esperar pelas próximas semanas para perceber se o Benfica consegue segurar os seus principais ativos e, ao mesmo tempo, dar a Marco Silva as condições que pede para assinar pelas águias.






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